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Compartilhar o amor também é coisa séria: Outubro Rosa

Compartilhar o amor também é coisa séria: Outubro Rosa
2 de outubro de 2019 332 Visualizações No comments

Neste Outubro Rosa, queremos te lembrar da importância de cuidar da saúde, mesmo em meio à correria do dia a dia.

Compartilhamos aqui no blog dicas preciosas de saúde e bem estar, além de informações esclarecedoras sobre o câncer de mama. A Dra. Denise de Carvalho ressalta a importância de nos cuidarmos, para então podermos cuidar com qualidade daqueles que amamos:


“Nós mulheres somos seres sensíveis e fomos modeladas para nos colocarmos no lugar do outro (empatia), com atenção e respeito pela necessidade dos nossos filhos e de nossas companhias. Somos tão maternais e desprendidas que nos colocamos em último lugar quando o assunto é autocuidado. Por isso, sofremos de cólicas menstruais, depois de sintomas de gravidez e, finalmente, menopausa. Parece que tudo acabou. Mas não! Ainda temos o medo de adoecer e deixar todos aqueles que cuidamos sem nosso cuidado.
O Outubro Rosa serve justamente para isso. Para nos lembrar que para cuidar é preciso ser cuidada. Cuidar de si mesma é sinal de auto-amor. E que esse amor esteja nas pequenas coisas, além do importante autoexame ou da mamografia. Que esteja na escolha do que vai comer, priorizando alimentos in natura cheios de sabor e nutrientes, mas também da atividade física que vamos praticar, que seja uma dança, uma corrida ou musculação.
Que esse auto-amor esteja também na escolha de um trabalho que signifique algo para você, que te preencha. Que esteja também nas companhias que escolhemos, no amor que encontramos. Que o autocuidado seja, nesse Outubro Rosa, um momento de fortalecer o elo com nosso próprio corpo.”

Depois desse mega incentivo para cuidar da saúde, fica a pergunta: sua visita ao médico está em dia? Vale a pena refletir e também cobrar aquela amiga querida de marcar uma consulta.




Agora... O quanto você conhece sobre o câncer de mama? Sabe quais são os sintomas, diagnóstico, tratamentos? É um assunto complexo, né!?
Para esclarecer as dúvidas das Antiketes, separamos abaixo algumas informações do INCA sobre a doença, como prevenir e como lidar com ela.
Afinal, informação é poder!

O câncer de mama é o tipo da doença mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil, depois do de pele não melanoma, correspondendo a cerca de 25% dos casos novos a cada ano. No Brasil, esse percentual é de 29%.


O que aumenta o risco?

O câncer de mama não tem somente uma causa. A idade é um dos mais importantes fatores de risco para a doença (cerca de quatro em cada cinco casos ocorrem após os 50 anos).

Outros fatores que aumentam o risco da doença são:

-Obesidade e sobrepeso após a menopausa;
-Primeira menstruação antes de 12 anos;
-História familiar de câncer de ovário;
-Sedentarismo e inatividade física;
-Não ter tido filhos;
-Casos de câncer de mama na família, principalmente antes dos 50 anos;
-Consumo de bebida alcoólica;
-Primeira gravidez após os 30 anos;
-História familiar de câncer de mama em homens;
-Exposição frequente a radiações ionizantes (Raios-X).
-Parar de menstruar (menopausa) após os 55 anos;
-Alteração genética, especialmente nos genes BRCA1 e BRCA2.
-Uso de contraceptivos hormonais (estrogênio-progesterona);
-Ter feito reposição hormonal pós-menopausa, principalmente por mais de cinco anos.

O câncer de mama de caráter genético/hereditário corresponde a apenas 5% a 10% do total de casos da doença. Atenção: a presença de um ou mais desses fatores de risco não significa que a mulher necessariamente terá a doença. É importante ressaltar que não ter amamentado não é fator de risco para câncer de mama. Amamentar o máximo de tempo possível é um fator de proteção para o câncer. Então, o não aleitamento promove a perda de um fator de proteção, o que é diferente de significar fator de risco.



Prevenção

Cerca de 30% dos casos de câncer de mama podem ser evitados com a adoção de hábitos saudáveis como:

-Praticar atividade física;
-Alimentar-se de forma saudável;
-Manter o peso corporal adequado;
-Evitar o consumo de bebidas alcoólicas;
-Amamentar;
-Evitar uso de hormônios sintéticos, como anticoncepcionais e terapias de reposição hormonal.



Sinais e Sintomas

O câncer de mama pode ser percebido em fases iniciais, na maioria dos casos, por meio dos seguintes sinais e sintomas:

-Nódulo (caroço), fixo e geralmente indolor: é a principal manifestação da doença, estando presente em cerca de 90% dos casos quando o câncer é percebido pela própria mulher;
-Pele da mama avermelhada, retraída ou parecida com casca de laranja;
-Alterações no mamilo;
-Pequenos nódulos nas axilas ou no pescoço;
-Saída espontânea de líquido anormal pelos mamilos.

Esses sinais e sintomas devem sempre ser investigados por um médico para que seja avaliado o risco de se tratar de câncer.



Diagnóstico

O câncer de mama pode ser detectado em fases iniciais, em grande parte dos casos, aumentando assim a possibilidade de tratamentos menos agressivos e com taxas de sucesso satisfatórias.
Todas as mulheres, independentemente da idade, devem ser estimuladas a conhecer seu corpo para saber o que é e o que não é normal em suas mamas. A maior parte dos cânceres de mama é descoberta pelas próprias mulheres.
Além disso, o Ministério da Saúde recomenda que a mamografia de rastreamento (exame realizado quando não há sinais nem sintomas suspeitos) seja ofertada para mulheres entre 50 e 69 anos, a cada dois anos.



Tratamento

Muitos avanços vêm ocorrendo no tratamento do câncer de mama nas últimas décadas. Há hoje mais conhecimento sobre as variadas formas de apresentação da doença e diversas terapêuticas estão disponíveis.
O tratamento do câncer de mama depende da fase em que a doença se encontra (estadiamento) e do tipo do tumor. Pode incluir cirurgia, radioterapia, quimioterapia, hormonioterapia e terapia biológica (terapia alvo).
Quando a doença é diagnosticada no início, o tratamento tem maior potencial curativo. No caso de a doença já possuir metástases (quando o câncer se espalhou para outros órgãos), o tratamento busca prolongar a sobrevida e melhorar a qualidade de vida.



Para mais informações, acesse o site do INCA.


Compartilhar o amor também é coisa séria! <3


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